sexta-feira, 25 de junho de 2010

Fiat Línea nº 16 - Ulisses Silva

Caricatura do Fiat Línea nº 16 do piloto Ulisses Silva (Sumatex Produtos Químicos).

Taí mais uma encomenda que saiu aqui da "oficina" já faz alguns dias, a carica do Fiat Línea azul do piloto carioca Ulisses Silva que participa do Racing Festival categoria Troféu Línea e que foi o vencedor da segunda bateria da primeira etapa realizada nos dias 29 e 30 de Maio no circuíto "mutilado" de Jacarepaguá/RJ.
A próxima etapa da rodada dupla do Racing Festival será em Londrina/PR nos dias 24 e 25 de Julho.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Toyota Tundra nº 15 - Nelsinho Piquet


Caricatura da picape Toyota Tundra nº 15 encomendada para o piloto Nelsinho Piquet que participa este ano da NASCAR Truck Series nos EUA.
Good luck Nelsinho.

sábado, 19 de junho de 2010

"Os F1 do Piquet" - 1982 - A estréia do Brabham BT50 BMW Turbo

Brabham BT50 (BMW L4 Turbo).

Brabham BT49D (Ford-Cosworth V8 aspirado).

Nelson Piquet inicia o campeonato de 1982 ostentando o número 1, destinado ao atual campeão.
Mas a grande novidade para a primeira prova do ano, o GP da África do Sul, estava instalada no chassi do novo modelo da Brabham, o BT50, desenhado pelo projetista Gordon Murray: o motor BMW Turbo de 4 cilindros com cerca de 600cv.
Mas haviam problemas de peso (além do motor, havia a necessidade de maior quantidade de combustível devido ao maior consumo), e o turbo que em baixa rotação tornava o carro lento nas saídas das curvas.
Apesar de todos esses obstáculos, Piquet consegue o 2º lugar no grid, mas é obrigado a abandonar a prova na 3ª volta com problemas no turbo do motor BMW.
No Grande Prêmio do Brasil, segunda prova do campeonato, a equipe Brabham utiliza o antigo modelo BT49 versão D com motor Ford-Cosworth aspirado, enquanto o BT50 estava sendo aprimorado.
Com o Brabham BT49D, Piquet vence o GP do Brasil em Jacarepaguá, mas foi desclassificado. Na vistoria dos carros após a corrida, os comissários de prova desconfiaram da função de uma estranha caixa preta acoplada ao Brabham. A explicação dada pela equipe era de que as caixas continham água para refrigeração dos freios por meio de pulverização...
A verdade é que depois de algumas voltas a água era esgotada pelo piloto através de um controle e assim, com o carro mais leve mais velocidade. Como o regulamento permitia a reposição dos fluídos antes da pesagem obrigatória, o carro voltava a ficar dentro do regulamento.
O Brabham BT50, que a equipe estreou na primeira etapa, voltou a ser utilizado definitivamente a partir do Grande Prêmio da Bélgica até o final da temporada.
Num ano de inovacões técnicas, problemas políticos na categoria, acidentes e mortes de pilotos (Gilles Villeneuve e Ricardo Paletti), Nelson Piquet termina a temporada na 11ª colocação com 20 pontos.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ford Maverick GT Street 1974


Caricatura do "anabolizado" Ford Maverick GT Street do Alberto Júnior (SP) que descreve abaixo uma parte da receita dessa máquina vermelha:
Motor V8 302 5.0
Carburação Holley Q-Jet 4777C
Scoop externo Mr. Gasket de 3 borboletas
Admissão Torker II
Comando 272
Taxa 10.3
Câmbio 4 marchas original
Diferencial original Dana
Rodas Cragar 15x7 15x8
Pneus Cooper Cobra 235/60-15 e 245/60-1

sábado, 12 de junho de 2010

Lola Aston Martin LMP1 B09/60

Caricatura do Lola Aston Martin B09/60 da equipe britânica Aston Martin Racing.

As 24 Horas de Le Mans tem neste final de semana, 12 e 13 de Junho, sua 78ª edição.
O autódromo francês Circuit de La Sarthe, onde é realizado esse clássico do automobilismo mundial, tem uma extensão de 13,650 metros, usa parte do circuíto Bugatti e é em grande parte composto por estradas. Os mais célebres trechos são as curvas de Tertre Rouge, Mulsanne, Arnage, Casa Branca e, principalmente, a reta de Hunaudiéres com 5 Km de extensão, onde os protótipos mantém uma velocidade de mais de 400 Km/h durante um minuto.
Esta parte do circuíto foi dividida em três trechos graças a instalação de duas chicanes em 1990. Essa medida foi necessária porque alguns carros aerodinamicamente insuficientes, para poderem atingir maior velocidade, acabavam tendo a tendência de levantar vôo nesse trecho. Agravava ainda o fato de que, quando rodavam em velocidades próximas aos 400 Km/h ( o recorde estabelecido foi de 405 Km/h), os pneus eram submetidos a pressões muito intensas, que os levavam a deformações extremas e ao estouro se não estivessem em boas condições. A situação era ainda pior porque isso poderia ocorrer durante a noite e em meio a carros da classe GT, que rodam cerca de 100 a 150 Km/h mais devagar.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Stock Car 2010 - Ricardo Maurício em dois tempos


Caricatura do Stock Car Vectra 2010 (bolha) nº 90 em duas voltas.

Saiu da "oficina" ontem rumo a sampa a carica do Stock Car Vectra nº 90 do piloto Ricardo Maurício, atual vice-líder da Copa Caixa Stock Car 2010 com 65 pontos.
A próxima etapa da Stock Car será na cidade de Salvador/BA dia 15 de Agosto, novamente em um circuíto de rua.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Divisão 3 - Fusca nº 19 do Ferraz

Caricatura do "pinico atômico" amarelo de numeral 19 do José Ferraz.

Pra alegrar um pouco esse feriado frio e entediante, uma das versões do Fusca amarelo do Ferraz.
E também colocar mais lenha na fogueira dos maníacos e apaixonados (como eu) por esses coloridos, barulhentos e velozes Fuscas da Divisão 3.
Manifestem-se cambada!!!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

"Os F1 do Piquet" - 1981 - Campeão com o Brabham BT49C

Brabham BT49C (Ford-Cosworth V8).

Em 1981, Nelson Piquet e seu companheiro de equipe o mexicano Hector Rebaque, recebem um novo desenvolvimento do BT49, a versão C. Com a proibição das "saia móveis" no final do ano anterior, e uma altura mínima obrigatória de 6 cm do carro ao chão, o que limitava o efeito solo dos carros asa (wing cars), a opçãp foi colocar essas abas laterais fixas.
O Brabham BT49C também utilizava essas abas fixas como todos os outros F1, mas o genial projetista da equipe, o sul-africano Gordon Murray, um dos engenheiros mais criativos que a Fórmula 1 já teve, criou a suspensão hidráulica, um sistema que mantinha o carro com uma altura de 6 cm do solo quando estava parado para averiguações técnicas, mas quando estava em movimento na pista e pela velocidade, o carro era empurrado para o solo. Murray genialmente tinha contornado o regulamento, e com isso continuado a obter as vantagens do efeito solo.
Podia ser ilegal, mas os comissários técnicos não tinham como medir os carros durante a corrida.
Para saber mais sobre essa "engenhoca" clique
aqui.
Nelson Piquet vence os GPs da Argentina, San Marino e Alemanha, chega em 2º no GP da Holanda, 3º nos GPs dos EUA/Oeste, França e Áustria e 5º nos GPs do Canadá e Las Vegas, os dois últimos da temporada.
Piquet soma 50 pontos, um ponto a mais que o argentino Carlos Reutemann, e conquista seu primeiro título mundial na Fórmula 1.
Curiosidade: nas sete primeiras corridas da temporada a equipe Brabham usou os pneus Michelin e nas oito restantes os pneus Goodyear.

sábado, 29 de maio de 2010

"Os F1 do Piquet" - Brabham BT49T

Brabham BT49T (BMW L4 Turbo).

Entre as temporadas de 1980 e 1981, o carro híbrido da Brabham denominado BT49T (T de Turbo) foi usado por Nelson Piquet no circuíto de Paul Ricard, em testes realizados pela equipe com as primeiras versões do motor BMW Turbo.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Divisão 3 - A primeira corrida do Duran - 1977

Caricatura do "pinico atômico" nº 68 do Luiz Eduardo Duran, 1977.

Transcrevo abaixo o texto "chupado" do blog História que vivemos do amigo Rui Amaral Jr., com a narrativa do Duran (Fusca nº 68) sobre sua primeira corrida na Divisão 3 em Interlagos.
Apertem os cintos e boa viagem.

A primeira corrida a gente nunca esquece.
"Naquele ano de 1977 eu tinha feito a escola de pilotagem do Toninho de Souza, e estava preparando meu VW de D3 para correr o Campeonato Brasileiro de 1978, como o carro estava pronto resolvi fazer a última corrida do campeonato em Interlagos. Na época a pista estava em reforma, por isso nossos boxes eram no estacionamento que havia no "Sargento". Na escola usávamos apenas o circuto interno, na "Junção" em vez de subir, descíamos contornando a curva "Quatro" ao contrário, por esse motivo não estava acostumado ao circuíto inteiro, ou seja, as curvas "Um", "Dois" e "Três" para mim eram desconhecidas. Já nos treinos achando que fazia a "Um" e "Dois" rápidas, tomei uma ultrapassagem do Edgar de Mello Filho entre as duas, só ouvi o ronco do seu Chevette, e a hora que ví ele estava me passando numa velocidade que para mim era absurda!
Tomando mais conhecimento do circuíto completo, já que treinei toda vez que a pista abria, consegui me classificar para a largada em 12º lugar, embora alguns dos trinta carros que largaram não tivessem feito classificação.
No grid, ao olhar para o lado, vejo o Adolfo Cilento e já me arrepiei todo, pois sabia que ele era um piloto rápido e eu era seu admirador, ao baixar a placa de um minuto ele olha para mim e faz um sinal de positivo, aí sim pensei "o que faço aqui ?".
Eu estava acostumado a racha, e na largada aproveitando-me de uma primeira marcha mais curta pulei bem, entre a "Um" e "Dois" estava em 4º ou 5º, olhando no retrovisor me assutei com aquele bando atrás de mim, todos pilotos experientes brigando por uma posição, todos "babando", aí rápido e tentando não atrapalhar ninguém, joguei o carro para a grama, eu não era bobo de ficar com aquela turma, nisto perdi tudo que havia ganho na largada e mais um pouco.
Estacionei entre as duas curvas e só saí quando o último carro passou, estava um "pouco" assustado, continuando ainda passei um ou dois carros, quando do meu box me sinalizaram para que eu entrasse, era 4ª ou 5ª volta, e vazava óleo do retentor traseiro do motor, fiquei aliviado, pois ainda não estava completamente acostumado com o circuíto todo, estava
achando tudo uma loucura".
Luiz Eduardo Duran.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Itaipava Brasil GT3- Ricardo Maurício

Caricatura do Lamborghini Gallardo LP560 GT3, Ricardo Maurício/Bruno Garfinkel.

O piloto Ricardo Maurício (atual vice-líder da Copa Caixa Stock Car 2010) encomendou caricaturas de seus carros de competição, o primeiro a ir pra sua "garagem" foi o Stock Car Peugeot 307 nº 90 com o qual foi campeão de 2008 da categoria, essa carica já foi postada aqui.
O segundo a pegar a estrada foi essa Lambo LP560 GT3 preta nº 33 que o Ricardo participa do Itaipava Brasil GTBR3 2010 (correndo em dupla com Bruno Garfinkel) e a próxima caricatura a sair aqui da "oficina" será o Stock Car Chevrolet Vectra amarelo nº 90 do campeonato deste ano.
Aguardem!

domingo, 16 de maio de 2010

"Os F1 do Piquet" - 1980 - A primeira vitória

Brabham BT49B (Ford-Cosworth V8)

Com o abandono de Niki Lauda da equipe e da Fórmula 1 no final de 1979, Nelson Piquet passa a ser o primeiro piloto da Parmalat Racing Team para a temporada de 1980.
A bordo do Brabham BT49B branco de numeral 5, Piquet conquista sua primeira vitória na categoria máxima do automobilismo mundial ao vencer o Grande Prêmio dos Estados Unidos/Oeste, disputado no circuíto de rua de Long Beach no dia 30 de Março.
Vence também os GPs da Holanda em Zandvoort e da Itália em Ímola.
Piquet disputou diretamente o título com o australiano Alan Jones da Williams, até o GP do Canadá, penúltima prova do campeonato, mas nessa corrida Piquet e Jones colidiram na largada, e após uma segunda largada Piquet teve que abandonar a corrida por uma quebra do motor de seu Brabham.

Com 54 pontos, Nelson Piquet termina a temporada com o vice-campeonato.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

"Os F1 do Piquet" - 1979 - Parmalat Racing Team

Brabham BT46A (Alfa-Romeo F12).

Brabham BT46B "FanCar" (Alfa-Romeo F12).

Brabham BT48 (Alfa-Romeo V12).

Brabham BT49 (Ford-Cosworth V8).

Na temporada de 1979 Nelson Piquet foi promovido a segundo piloto da equipe Parmalat Racing Team, correndo com o Brabham de número 6, tendo como companheiro de equipe o austríaco bicampeão mundial Niki Lauda.
Piquet sempre atribuiu a Lauda seu aprendizado sobre como negociar contratos e comunicar suas solicitações aos engenheiros e mecânicos da equipe.
O ano, porém, é marcado por alguns acidentes e muitas quebras, foram 11 abandonos em 15 corridas, apenas 3 pontos e o 15º lugar na classificação final do campeonato.
Carros que pilotou durante o ano:
Brabham BT46A (GP ARG)
*Brabham BT46B "FanCar"
Brabham BT 48 (GPs BRA/AFS/USA/ESP/BEL/MON/FRA/ING/ALE/AUT/HOL/ITA)
Brabham BT49 (GPs CAN/USA)
*Piquet pilotou o Brabham BT46B FanCar (carro ventilador) em um evento extra-campeonato realizado no circuíto de Donington Park (Inglaterra) no dia 3 de Junho de 1979.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Copa Chevrolet Montana 2010 - Douglas Soares

Caricatura do Chevrolet Montana nº 08 do piloto Douglas Soares (Gramacho Racing).

A Copa Chevrolet Montana 2010 é a fusão de duas categorias, a Copa Vicar (antiga Stock Car Light) e a Pick-Up Racing.
A idéia de juntar as duas categorias foi a de aproveitar a tecnologia da primeira com o visual arrojado da segunda.
A recém criada categoria servirá de acesso a Copa Caixa Stock Car, classificando para 2011 as duas melhores equipes para a principal categoria do automobilismo brasileiro, o que tornará ainda mais acirrada a disputa pelas vitórias durante o campeonato.
Ficha técnica:
Motor V8, 5700cc, 340 HP
Combustível: gasolina
Pneus: Goodyear
Rodas: Binno
Chassi: tubular de molibdênio
Freios: disco com sistema independente
Câmbio: sequencial de 6 marchas
Carroceria: fibra de vidro
Peso mínimo: 1280 quilos