quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ford Maverick GT-R 1974

Caricatura do invocado Ford Maverick GT-R ano 1974 do Marcelo Pfister (RJ).

Motor V8 302
Freio a disco nas quatro rodas
Comando 270
Distribuidor MSD
Dimensionamento Hooker
Cabeçote trabalhado
Coletor RPM Edelblock
Rodas American Racing 18 x 9/18 x 10
Pneus Yokohama Stock Car

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Fórmula Vee NAJA - Made in Pira

Caricatura do Fórmula Vee NAJA sendo pilotado pelo Alemão (Zurk Racing), um dos construtores desse simpático monoposto.

Logo NAJA, nome do Fórmula Vee, e pra deixar bem claro é de minha autoria (criação e arte-final).

Meus conterrâneos Eduardo Moniz (velho conhecido), Chico Crivellari e os irmãos Francisco (Alemão) e Fábio Zurk são os responsáveis diretos na construção dessa "baratinha" e que promete ser um sucesso nas pistas.
Obrigado pessoal por terem me proporcionado o prazer de ter acompanhado algumas etapas da construção do Fórmula Vee e participar da primeira apresentação do monoposto (ainda sem a carenagem e debaixo de muita chuva) no autódromo do ECPA.
Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Aston Martin DBR9 GT1 Gulf - FIA GT1 2010

Meu companheiro de batalha, Maurício Morais, estranhou meu sumiço e me enviou um e-mail "cobrando" uma atualização do blog, então taí uma carica, que tava arquivada, do invocado Aston Martin DBR9 Gulf que disputa o campeonato FIA GT1.
Será que também estará participando nos dias 27 e 28 de Novembro da etapa do Mundial FIA GT1 aqui no Brasil em Interlagos?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Os F1 do Emerson" - A primeira vitória com o Lotus 72C

Lotus 72C (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1970.

Depois de 2 meses e 16 dias do oitavo lugar conquistado na sua estréia na Fórmula 1 com o Lotus 49C no GP da Inglaterra, o jovem piloto Emerson Fittipaldi, então com 23 anos, colocava definitivamente seu nome e do Brasil no universo da elite do automobilismo mundial ao vencer, no dia 4 de Ourtubro de 1970, o Grande Prêmio dos Estados Unidos disputado no circuíto de Watkins Glen, estado de Nova York.

A história desta corrida começa bem antes mesmo da ida dos carros da mais importante categoria do automobilismo mundial para o continente norte-americano, onde seriam disputados os GPs do Canadá, Estados Unidos e México, os três últimos da temporada.
Nas semanas que antecederam o GP dos Estados Unidos, Emerson passava pelo sofrimento de ter perdido repentinamente seu companheiro na equipe Lotus, o austríaco Jochen Rindt, durante os treinos de classificação para o GP da Itália em Monza, e angustiado por não saber qual seria seu futuro na categoria, uma vez que Colin Chapman, chefe da equipe, não havia definido qual seria o substituto de Rindt na equipe.
A Lotus, em luto pela morte de seu piloto número um, retirou-se do GP da Itália e não havia participado do GP do Canadá, a primeira das três provas na américa.
O convite, e o alívio, surgiu uma semana antes da realização do GP norte-americano quando o próprio Colin Chapman fez a proposta a Emerson para ser o primeiro piloto da equipe (com contrato assinado e tudo): "Quero que você seja meu piloto número um. Vá para os Estados Unidos, faça uma boa corrida, dirija discretamente e termine a prova. Vamos começar do zero em 1971".
Emerson, com apenas 3 provas de Fórmula 1 na carreira, tinha a responsabilidade de liderar a equipe que ponteava o campeonato de construtores e que via este título também ameaçado pela Ferrari.
Seria a primeira prova de Emerson com o Lotus 72C vermelho, branco e dourado, o mesmo carro do principal piloto da equipe.

A corrida:
Largando em terceiro no grid, atrás do pole Jacky Ickx (Ferrari) e Jackie Stewart (Tyrrell), Emerson teve muita dificuldade para controlar seu Lotus 72C nº 24 debaixo de chuva porque, ao contrário dos outros pilotos, ele decidiu iniciar a prova com pneus para pista seca. Como resultado, perdeu várias posições e caiu para o oitavo lugar ainda na primeira volta.
Mais tarde, com a pista já secando, foi recuperando pouco a pouco as posições, sendo beneficiado também pelas paradas de Clay Regazzoni (Ferrari) e Chris Amon (March) para a troca de pneus, subindo para o quarto lugar na 47ª volta, tendo o mexicano Pedro Rodríguez (BRM) logo à sua frente.
Na volta 56, Emerson ganha mais uma posição com a parada de Ickx por causa de um problema na injeção de combustível. O piloto belga voltou à pista na 12ª posição, praticamente sem chances de garantir a pontuação necessária para continuar na disputa pelo título da temporada. A partir daí, Emerson precisou apenas administrar sua prova de modo a não permitir uma provável vitória de Ickx. Faltando oito voltas para o final, foi a vez do líder Rodríguez se dirigir aos boxes para reabastecimento, cedendo lugar ao piloto brasileiro, que recebe a bandeirada da vitória com
trinta e seis segundos de vantagem sobre Rodríguez e seu BRM.
"Eu assumi a liderança e, ao cruzar a linha de chegada, vi pela primeira vez o Colin pulando e jogando seu boné para o alto, algo que eu já tinha visto ele fazer para Jim Clark, Graham Hill e Jochen. E então disse a mim mesmo: Ele está fazendo isso para mim! Eu venci a corrida! Venci o Grande Prêmio dos Estados Unidos! Foi inacreditável."
Para Emerson, a corrida teve um sabor especial não apenas pela vitória em si. É que, ao vencer a prova, Emerson garantiu também o título a Jochen Rindt, que nesse dia passou a ser o primeiro e único campeão post-mortem na história da Fórmula 1.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

"Os F1 do Emerson" - A estréia em 1970 com o Lotus 49C

Lotus 49C (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1970.

Dia 18 de Julho de 1970, Grande Prêmio da Inglaterra, circuíto de Brands Hatch, Emerson Fittipaldi fazia sua estréia na Fórmula 1 a bordo do Lotus 49C número 28.
Mesmo largando nas últimas posições (21º), com um carro já superado e contando como experiência anterior em Fórmula 1 somente um teste realizado em 8 de Junho daquele ano e dois treinos, ambos em Silverstone, Emerson andou forte. Fez algumas ultrapassagens e disputava posição com François Cévert, companheiro de Jackie Stewart na equipe de Ken Tyrrel, quando perdeu a quarta marcha. Como não adiantava parar nos boxes, continuou na pista e passava direto de terceira para quinta marcha. Mesmo assim chegou em 8º lugar, com duas voltas menos, dentre os 10 pilotos que completaram a prova.
Aquele 21º Grande Prêmio da Inglaterra, há mais de 40 anos, representou um marco que transformaria a história do automobilismo do Brasil, que com a estréia de Emerson, colocou o país na categoria máxima do automobilismo mundial.
Chico Landi, Gino Bianco (italiano radicado no Brasil desde a infância), Fritz D'Orey e Hernando da Silva Ramos (franco-brasileiro) já tinham se aventurado na década de 50, mas foi com Emerson Fittipaldi que o Brasil entrou em definitivo para a história da Fórmula 1.

Atualizando:
Com este post dou início a série "Os F1 de Emerson Fittipaldi" com as ilustrações de perfil de todos os carros de Fórmula 1 pilotados pelo "Rato", começando com o Lotus 49C utilizado em sua estréia em 1970, passando pelo Lotus 72C da primeira vitória na categoria, continuando com o modelo 72D, 56B (turbina) e 72E, pelas McLaren M23, os Fittipaldi FD04, F5, F5A, F6, F6A, F7 e F8 de 1980, e pra finalizar o Spirit-Hart 101B testado por Emerson no Rio de Janeiro em 1984.
Apreciem sem moderação.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Classic Cup 2010 - Passat nº 76

Caricatura do Passat cinza nº 76 do piloto Raphael Soares (Salvador/BA).

O baiano Raphael compete este ano com seu Passat (cinza rato) da Classic Cup 2010 na categora D1B para carros originais com motores de até 1600 cc.
Boa sorte ao Raphael e seu Passat nesse seu primeiro ano na categoria.

sábado, 9 de outubro de 2010

Voyage nº 77 do Ney - TCC 2010

Caricatura do Voyage nº 77 do piloto Sidney Andrade, ou simplesmente Ney, do TCC.

Nosso amigo Francis Poeiranaveia (Fusca nº 2 da TCC), encomendou essa carica pra presentear seu grande amigo e incentivador Sidney Andrade, o "Ney", a quem êle diz ter uma eterna gratidão.
Mas é melhor o próprio Francis nos contar um pouco sobre seu amigo:

"Sidney Andrade, o "Ney", iniciou sua carreira no Automobilismo Catarinense em Julho de 1985, quando estreou com um VW TL em Jaraguá do Sul.
Mais tarde trocou o TL pelo Voyage e ainda aventurou-se com um Gol, mas esse "namoro" não durou muito e o Ney voltou para o Voyage.
O Ney é um exemplo pra toda essa turma nova que está nas pistas. Sempre foi o preparador, o motorista, o cozinheiro, o borracheiro e o piloto da equipe.
Por diversas vezes viajou - e ainda viaja - sozinho, fazendo tudo, absolutamente tudo no carro.
Por vezes contou com o apoio de amigos e/ou parentes, que com algum (ou nenhum) conhecimento tentavam auxiliá-lo na pista.
Registre-se aqui o empenho e a dedicação da Sandra, esposa do Ney, uma verdadeira guerreira que sempre esteve ao lado dêle, sem medo de meter a mão na graxa ou apertar um parafuso.
O Ney é um piloto à moda antiga: prepara seu carro na sua própria oficina (já preparou também o carro de vários outros pilotos), não tem patrocínio, se vira como dá e não foram poucas as vezes que com essa estrutura "fundo de quintal" conseguiu "surrar" pilotos e preparadores famosos nas pistas de Santa Catarina e do Paraná, tanto na terra como no asfalto.
Eu tenho uma dívida de gratidão eterna com o Ney, pois o que êle fez por mim montando o Fusca nº 2 em três semanas e com a dedicação que empregou no carro (mesmo odiando Fusca), é coisa que muito pai não faz pelos filhos.
De minha parte só posso agradecer pela amizade e pelo carinho de toda a família Andrade!"

Mandou bem Francis.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Picape Ford F75 na trilha

Caricatura da picape Ford F75 (ex Willys-Overland) do Danilo da cidade de Vacaria/RS.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dodge Dart Demon 1975

Carica do Dodge Dart Demon 1975 do colecionador carioca Alberto Júnior.

Motor Dodge V8 318
Carburação Holley 4777C
Comando 278
Taxa 10.7
Câmbio 4 marchas Clark
Diferencial Dana 3.o7
Rodas Magnum 500 15x7 e 15x8
Pneus Cooper Cobra 215/60-15 e 245/60-15

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Divisão 3 - O Dojão do Leopoldo Abi-Eçab

Caricatura do anabolizado Dodge Charger nº 71 do Leopoldo Abi-Eçab com seus pára-lamas estufados e rodas enormes, lindo carro mas...

Li em um comentário no blog do Mestre Joca que o Dojão apanhava dos "pinicos atômicos" até no retão de Interlagos, que o maior problema do Dodge Charger do Leopoldo era a falta de estabilidade para fazer as curvas 1 e 2 em alta velocidade e por isso entrava "frouxo" no retão e quando a banheira embalava já estava na hora de enfiar o pé no freio e reduzir pra encarar a curva 3.
Alguém sabe mais detalhes sobre esse carro?
Manifestem-se cambada!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Levantando poeira no TCC 2010 - Gol nº 21

Caricatura do Golzinho quadrado nº 21 do piloto Johedy "Polaco" Kuczkowski (Jaraguá do Sul/SC) levantando poeira no Catarinense de Turismo Clássico categoria "A".
Poeira nêles!!!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pôster "OS F1 DE NELSON PIQUET"

Comunico aos amantes da velocidade e apreciadores da arte automotiva que estou colocando à venda o pôster "OS F1 DE NELSON PIQUET" em formato A3, impressão digital em papel couchet brilhante (150 gr.) de alta qualidade.
Desde o Ensign N177 nº 22 azul usado em sua estréia no GP da Alemanha de 1978, passando pelas McLaren, Brabham, Williams, Lotus e as multicoloridas Benetton de 1990/1991.
Tá dado o recado.

Pedidos pelo e-mail: ararenovaes@ig.com.br

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"Os F1 do Piquet" - 1990/1991 - A despedida da F1 com a Benetton

Benetton B189B (Ford-Cosworth V8) 1990.

Benetton B190 (Ford-Cosworth V8) 1990.

Benetton B190B (Ford-Cosworth V8) 1991.

Benetton B191 (Ford-Cosworth V8) 1991.

Para a temporada de 1990, Flavio Briatore (aquele...) e a Benetton dariam a Nelson Piquet a possibilidade de ter um carro competitivo.
Se não era possível andar na mesma balada das McLaren, a Benetton pelo menos tinha o mérito de ser um time em ascensão. Piquet e sua experiência eram talvez os elementos que faltavam a equipe.
Pilotando o multicolorido Benetton B189B do ano anterior nas duas primeiras etapas da temporada e nas demais com o novo modelo B190, Piquet marcou pontos em quase todas as provas, exceção feita a duas em que abandonou (GPs da Alemanha e Espanha), uma em que foi desclassificado (GP de Mônaco) e uma em que chegou em sétimo lugar (GP da Itália).
Subiu quatro vezes ao pódio, incluindo as duas vitórias consecutivas nos GPs do Japão e da Austrália, as duas últimas provas da temporada.
A vitória no Grande Prêmio do Japão teve sabor mais especial ainda para Piquet porque o segundo colocado foi o seu amigo de adolescência Roberto Moreno, também pela Benetton, estreando como substituto de Alessandro Nannini, que havia sofrido um gravíssimo acidente de helicóptero que o afastou em definitivo da Fórmula 1.
Com 43 pontos, Piquet termina o ano em 3º lugar.

Em 1991, a bordo do Benetton B190 versão B e depois com o novo B191 (bico de tubarão), Piquet voltaria a pontuar em diversas oportunidades e subiria ao pódio por duas vezes (incluindo a sua última vitória na Fórmula 1, no GP do Canadá em Montreal no dia 2 de Junho) mas...
Insatisfeito com as perspectivas da equipe Benetton para a temporada de 1992, já que o novo motor Ford-Cosworth não era suficientemente potente para deixá-lo em condições de voltar a brigar por títulos, Piquet, já com 39 anos anos de idade, tricampeão mundial e 204 GPs no currículo, decidiu abandonar a categoria após chegar em quarto lugar no chuvoso Grande Prêmio da Austrália, em Adelaide, no dia 3 de Novembro de 1991.
Nelson Piquet encerrou sua carreira na categoria máxima do automobilismo mundial em 6º lugar com 26,5 pontos.

Fim da série "Os F1 do Piquet".

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Francis e seu "pinico atômico" nº 2


Tava devendo essa carica pro meu amigo Francis "Poeiranaveia" Henrique Trennepohl há um tempão, então taí o seu "pinico atômico" finalmente em ação levantando poeira em sua estréia no TCC.
Parabéns Francis e senta a púa na próxima etapa do Catarinense de velocidade na terra.