sábado, 11 de dezembro de 2010

Logo da Comercial MM de Veículos S.A.




Finalmente vetorizado o adesivo da águia sobre rodas que a Comercial MM (Milton Masteguim) utilizava em seus carros de competição, Pumas e Fuscas, no final da década de 60 e início dos anos 70, esses adesivos mediam de 30 a 35 cm de diâmetro.
Segundo o Angi Munhoz, que foi um dos pilotos da equipe, só existe um exemplar desse adesivo em poder do Milton Masteguim e que emprestaria para que pudéssemos ver os detalhes e vetorizá-lo.
Agora com a vetorização, o adesivo está restaurado e salvo.
Obrigado ao Milton e ao Angi.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Ford GT40 - Volta rápida com Sidney Cardoso

Lendo o post do Saloma do Blog sobre o dia em que o jornalista Fernando Calmon sentou-se ao lado do Sidney Cardoso no Ford GT40 para dar uma volta pela pista do Rio de Janeiro me lembrei da caricatura que fiz, ha um bom tempo atrás, desse puro sangue das pistas e resolvi postar novamente, com alguns retoques e com o Fernando ao lado do Sidney.
O emocionante relato do Fernando Calmon é uma aula de pilotagem, leiam lá no Blog do Saloma e comentem aqui ( parece que já li isso em algum lugar...hehe).

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Audi R15 TDI - American Le Mans Series 2009

A "oficina" aqui tá cheia de trabalho (graças à Deus!) e pra não ficar mais tempo sem postar nada, e antes que o Maurício Morais venha me puxar a orelha pelo sumiço, aqui vai uma carica que estava arquivada do lindo Audi R15 TDI de 2009 dando mais uma volta na BMW M3 GT2 no ALMS de 2009.
Logo teremos novidades, aguardem.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Os F1 do Emerson" - 1971 - Um ano sem vitórias e a "experiência" com o Lotus Turbina

Lotus 72D (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1971.

Lotus 56B Turbine (Pratt & Whitney) - Gold Leaf Team Lotus - Brands Hatch.

Lotus 56B Turbine (Pratt & Whitney) - World Wide Racing - GP de Monza.

Em 1971 Emerson não venceu nenhuma corrida e teve que se contentar com o papel de coadjuvante da temporada.
Num ano marcado por várias quebras (GPs da África do Sul, Espanha e Alemanha), um quinto lugar no Grande Prêmio de Mônaco, dois terceiros (França e Inglaterra) e um segundo lugar na Áustria, o brasileiro termina o campeonato na 6ª colocação com 16 pontos.
Emerson utilizou o Lotus 72C do ano anterior apenas nos dois primeiros GPs (África do Sul e Espanha) e o Lotus 72 versão D no restante da temporada, exceto no Grade Prêmio da Itália em Monza onde utlizou o Lotus 56B Turbina (dourado e preto) de numeral 5 chegando na 8ª colocação.
Nesse mesmo ano Emerson também utilizou o Lotus 56B Turbina em duas corridas extra campeonato, Brands Hatch (Inglaterra) no dia 21 de Março e uma corrida da Fórmula 5000 em Hockenheim (Alemanha) em 12 de Setembro.
Clique no link e leia a "experiência" de Emerson com o Lotus Turbina.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ford Maverick GT-R 1974

Caricatura do invocado Ford Maverick GT-R ano 1974 do Marcelo Pfister (RJ).

Motor V8 302
Freio a disco nas quatro rodas
Comando 270
Distribuidor MSD
Dimensionamento Hooker
Cabeçote trabalhado
Coletor RPM Edelblock
Rodas American Racing 18 x 9/18 x 10
Pneus Yokohama Stock Car

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Fórmula Vee NAJA - Made in Pira

Caricatura do Fórmula Vee NAJA sendo pilotado pelo Alemão (Zurk Racing), um dos construtores desse simpático monoposto.

Logo NAJA, nome do Fórmula Vee, e pra deixar bem claro é de minha autoria (criação e arte-final).

Meus conterrâneos Eduardo Moniz (velho conhecido), Chico Crivellari e os irmãos Francisco (Alemão) e Fábio Zurk são os responsáveis diretos na construção dessa "baratinha" e que promete ser um sucesso nas pistas.
Obrigado pessoal por terem me proporcionado o prazer de ter acompanhado algumas etapas da construção do Fórmula Vee e participar da primeira apresentação do monoposto (ainda sem a carenagem e debaixo de muita chuva) no autódromo do ECPA.
Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Aston Martin DBR9 GT1 Gulf - FIA GT1 2010

Meu companheiro de batalha, Maurício Morais, estranhou meu sumiço e me enviou um e-mail "cobrando" uma atualização do blog, então taí uma carica, que tava arquivada, do invocado Aston Martin DBR9 Gulf que disputa o campeonato FIA GT1.
Será que também estará participando nos dias 27 e 28 de Novembro da etapa do Mundial FIA GT1 aqui no Brasil em Interlagos?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Os F1 do Emerson" - A primeira vitória com o Lotus 72C

Lotus 72C (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1970.

Depois de 2 meses e 16 dias do oitavo lugar conquistado na sua estréia na Fórmula 1 com o Lotus 49C no GP da Inglaterra, o jovem piloto Emerson Fittipaldi, então com 23 anos, colocava definitivamente seu nome e do Brasil no universo da elite do automobilismo mundial ao vencer, no dia 4 de Ourtubro de 1970, o Grande Prêmio dos Estados Unidos disputado no circuíto de Watkins Glen, estado de Nova York.

A história desta corrida começa bem antes mesmo da ida dos carros da mais importante categoria do automobilismo mundial para o continente norte-americano, onde seriam disputados os GPs do Canadá, Estados Unidos e México, os três últimos da temporada.
Nas semanas que antecederam o GP dos Estados Unidos, Emerson passava pelo sofrimento de ter perdido repentinamente seu companheiro na equipe Lotus, o austríaco Jochen Rindt, durante os treinos de classificação para o GP da Itália em Monza, e angustiado por não saber qual seria seu futuro na categoria, uma vez que Colin Chapman, chefe da equipe, não havia definido qual seria o substituto de Rindt na equipe.
A Lotus, em luto pela morte de seu piloto número um, retirou-se do GP da Itália e não havia participado do GP do Canadá, a primeira das três provas na américa.
O convite, e o alívio, surgiu uma semana antes da realização do GP norte-americano quando o próprio Colin Chapman fez a proposta a Emerson para ser o primeiro piloto da equipe (com contrato assinado e tudo): "Quero que você seja meu piloto número um. Vá para os Estados Unidos, faça uma boa corrida, dirija discretamente e termine a prova. Vamos começar do zero em 1971".
Emerson, com apenas 3 provas de Fórmula 1 na carreira, tinha a responsabilidade de liderar a equipe que ponteava o campeonato de construtores e que via este título também ameaçado pela Ferrari.
Seria a primeira prova de Emerson com o Lotus 72C vermelho, branco e dourado, o mesmo carro do principal piloto da equipe.

A corrida:
Largando em terceiro no grid, atrás do pole Jacky Ickx (Ferrari) e Jackie Stewart (Tyrrell), Emerson teve muita dificuldade para controlar seu Lotus 72C nº 24 debaixo de chuva porque, ao contrário dos outros pilotos, ele decidiu iniciar a prova com pneus para pista seca. Como resultado, perdeu várias posições e caiu para o oitavo lugar ainda na primeira volta.
Mais tarde, com a pista já secando, foi recuperando pouco a pouco as posições, sendo beneficiado também pelas paradas de Clay Regazzoni (Ferrari) e Chris Amon (March) para a troca de pneus, subindo para o quarto lugar na 47ª volta, tendo o mexicano Pedro Rodríguez (BRM) logo à sua frente.
Na volta 56, Emerson ganha mais uma posição com a parada de Ickx por causa de um problema na injeção de combustível. O piloto belga voltou à pista na 12ª posição, praticamente sem chances de garantir a pontuação necessária para continuar na disputa pelo título da temporada. A partir daí, Emerson precisou apenas administrar sua prova de modo a não permitir uma provável vitória de Ickx. Faltando oito voltas para o final, foi a vez do líder Rodríguez se dirigir aos boxes para reabastecimento, cedendo lugar ao piloto brasileiro, que recebe a bandeirada da vitória com
trinta e seis segundos de vantagem sobre Rodríguez e seu BRM.
"Eu assumi a liderança e, ao cruzar a linha de chegada, vi pela primeira vez o Colin pulando e jogando seu boné para o alto, algo que eu já tinha visto ele fazer para Jim Clark, Graham Hill e Jochen. E então disse a mim mesmo: Ele está fazendo isso para mim! Eu venci a corrida! Venci o Grande Prêmio dos Estados Unidos! Foi inacreditável."
Para Emerson, a corrida teve um sabor especial não apenas pela vitória em si. É que, ao vencer a prova, Emerson garantiu também o título a Jochen Rindt, que nesse dia passou a ser o primeiro e único campeão post-mortem na história da Fórmula 1.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

"Os F1 do Emerson" - A estréia em 1970 com o Lotus 49C

Lotus 49C (Ford-Cosworth V8) - Gold Leaf Team Lotus - 1970.

Dia 18 de Julho de 1970, Grande Prêmio da Inglaterra, circuíto de Brands Hatch, Emerson Fittipaldi fazia sua estréia na Fórmula 1 a bordo do Lotus 49C número 28.
Mesmo largando nas últimas posições (21º), com um carro já superado e contando como experiência anterior em Fórmula 1 somente um teste realizado em 8 de Junho daquele ano e dois treinos, ambos em Silverstone, Emerson andou forte. Fez algumas ultrapassagens e disputava posição com François Cévert, companheiro de Jackie Stewart na equipe de Ken Tyrrel, quando perdeu a quarta marcha. Como não adiantava parar nos boxes, continuou na pista e passava direto de terceira para quinta marcha. Mesmo assim chegou em 8º lugar, com duas voltas menos, dentre os 10 pilotos que completaram a prova.
Aquele 21º Grande Prêmio da Inglaterra, há mais de 40 anos, representou um marco que transformaria a história do automobilismo do Brasil, que com a estréia de Emerson, colocou o país na categoria máxima do automobilismo mundial.
Chico Landi, Gino Bianco (italiano radicado no Brasil desde a infância), Fritz D'Orey e Hernando da Silva Ramos (franco-brasileiro) já tinham se aventurado na década de 50, mas foi com Emerson Fittipaldi que o Brasil entrou em definitivo para a história da Fórmula 1.

Atualizando:
Com este post dou início a série "Os F1 de Emerson Fittipaldi" com as ilustrações de perfil de todos os carros de Fórmula 1 pilotados pelo "Rato", começando com o Lotus 49C utilizado em sua estréia em 1970, passando pelo Lotus 72C da primeira vitória na categoria, continuando com o modelo 72D, 56B (turbina) e 72E, pelas McLaren M23, os Fittipaldi FD04, F5, F5A, F6, F6A, F7 e F8 de 1980, e pra finalizar o Spirit-Hart 101B testado por Emerson no Rio de Janeiro em 1984.
Apreciem sem moderação.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Classic Cup 2010 - Passat nº 76

Caricatura do Passat cinza nº 76 do piloto Raphael Soares (Salvador/BA).

O baiano Raphael compete este ano com seu Passat (cinza rato) da Classic Cup 2010 na categora D1B para carros originais com motores de até 1600 cc.
Boa sorte ao Raphael e seu Passat nesse seu primeiro ano na categoria.

sábado, 9 de outubro de 2010

Voyage nº 77 do Ney - TCC 2010

Caricatura do Voyage nº 77 do piloto Sidney Andrade, ou simplesmente Ney, do TCC.

Nosso amigo Francis Poeiranaveia (Fusca nº 2 da TCC), encomendou essa carica pra presentear seu grande amigo e incentivador Sidney Andrade, o "Ney", a quem êle diz ter uma eterna gratidão.
Mas é melhor o próprio Francis nos contar um pouco sobre seu amigo:

"Sidney Andrade, o "Ney", iniciou sua carreira no Automobilismo Catarinense em Julho de 1985, quando estreou com um VW TL em Jaraguá do Sul.
Mais tarde trocou o TL pelo Voyage e ainda aventurou-se com um Gol, mas esse "namoro" não durou muito e o Ney voltou para o Voyage.
O Ney é um exemplo pra toda essa turma nova que está nas pistas. Sempre foi o preparador, o motorista, o cozinheiro, o borracheiro e o piloto da equipe.
Por diversas vezes viajou - e ainda viaja - sozinho, fazendo tudo, absolutamente tudo no carro.
Por vezes contou com o apoio de amigos e/ou parentes, que com algum (ou nenhum) conhecimento tentavam auxiliá-lo na pista.
Registre-se aqui o empenho e a dedicação da Sandra, esposa do Ney, uma verdadeira guerreira que sempre esteve ao lado dêle, sem medo de meter a mão na graxa ou apertar um parafuso.
O Ney é um piloto à moda antiga: prepara seu carro na sua própria oficina (já preparou também o carro de vários outros pilotos), não tem patrocínio, se vira como dá e não foram poucas as vezes que com essa estrutura "fundo de quintal" conseguiu "surrar" pilotos e preparadores famosos nas pistas de Santa Catarina e do Paraná, tanto na terra como no asfalto.
Eu tenho uma dívida de gratidão eterna com o Ney, pois o que êle fez por mim montando o Fusca nº 2 em três semanas e com a dedicação que empregou no carro (mesmo odiando Fusca), é coisa que muito pai não faz pelos filhos.
De minha parte só posso agradecer pela amizade e pelo carinho de toda a família Andrade!"

Mandou bem Francis.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Picape Ford F75 na trilha

Caricatura da picape Ford F75 (ex Willys-Overland) do Danilo da cidade de Vacaria/RS.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dodge Dart Demon 1975

Carica do Dodge Dart Demon 1975 do colecionador carioca Alberto Júnior.

Motor Dodge V8 318
Carburação Holley 4777C
Comando 278
Taxa 10.7
Câmbio 4 marchas Clark
Diferencial Dana 3.o7
Rodas Magnum 500 15x7 e 15x8
Pneus Cooper Cobra 215/60-15 e 245/60-15

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Divisão 3 - O Dojão do Leopoldo Abi-Eçab

Caricatura do anabolizado Dodge Charger nº 71 do Leopoldo Abi-Eçab com seus pára-lamas estufados e rodas enormes, lindo carro mas...

Li em um comentário no blog do Mestre Joca que o Dojão apanhava dos "pinicos atômicos" até no retão de Interlagos, que o maior problema do Dodge Charger do Leopoldo era a falta de estabilidade para fazer as curvas 1 e 2 em alta velocidade e por isso entrava "frouxo" no retão e quando a banheira embalava já estava na hora de enfiar o pé no freio e reduzir pra encarar a curva 3.
Alguém sabe mais detalhes sobre esse carro?
Manifestem-se cambada!!!